Sou da duvida a pergunta, não a resposta... e isso por si só me basta! Não sou um ponto de ?interrogação? Mas, uma pausa no tempo... onde as reticências recitam poesia...

"Sou gaúcha é isso é certo, traga a chama da emoção o amor por está terra... honrando sua tradição!"


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Assassinato morte por bala perdida. Vida ceifada.. no silêncio da calçada!












Vida ceifada

Que pena da dona Chica!...
Seu filho estendido no chão, morto, ali estirado
Uma bala perdida encontrou seu coração,
Todos lamentam a dor, mas não sabem o desespero
Dos olhos daquela mãe, que seu filho criou com zelo.

Calada calçada lamenta...
Mais esta mancha... que ali ficou gravada,
O sangue que se espalha e escorre pelo chão,
A bala que matou João, ninguém sabe, ninguém viu!
E se perguntam assustados: – De onde ela saiu?...

Do cano, de uma arma, que o desespero não viu,
Da vida que foi ceifada... no silêncio da calçada!


2 comentários:

  1. Profunda e magnifica este apelo de não a violência transformada em poesia!!!

    ResponderExcluir
  2. Obrigado, tuas opinião é sempre de grande valia pra mim, grata!

    ResponderExcluir