Sou da duvida a pergunta, não a resposta... e isso por si só me basta! Não sou um ponto de ?interrogação? Mas, uma pausa no tempo... onde as reticências recitam poesia...

"Sou gaúcha é isso é certo, traga a chama da emoção o amor por está terra... honrando sua tradição!"


sábado, 18 de abril de 2015

Ampulheta do tempo

















Ampulheta do tempo
Escorre de grão em grão,
Arei vivida já escorrida
Vira pó não volta a ser grão.

O tempo me escorre entre os dedos
A vida me escapa das mãos,
Retorna o grão a poeira
Nuvem dissipando no tempo
Fumaça lembrança em pensamento.

Não posso parar o tempo
Não posso andar pra traz,
Só posso sentir saudade
Que a fumaça me traz.

Retenho em mim a areia
Saboreio cada grão
Que escorre da ampulheta
E me escapa das mãos.




2 comentários:

  1. Amiga poetisa, não tenho como deixar de comentar esta poesia, ela é de uma regência harmoniosa rara de se encontrar, até comentei com meu amigo do Letrando de Portugal, que ele tem que visitar o teu espaço, mais uma vez te parabenizo!

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  2. Obrigada, é gratificante abrir o blog e encontrar um cometário assim, é inspirador! Então fica aqui o reforço do convite, venha nós visitar "Letrando de Portugal" kkkk, grande abraço Flor!

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