Sou da dúvida a pergunta, não a resposta...e isso por si só me basta! Não sou um ponto de ?interrogação? Mas, uma pausa no tempo...onde as reticências recitam poesia...

"Sou gaúcha é isso é certo, traga a chama da emoção o amor por esta terra...honrando sua tradição!"


domingo, 12 de fevereiro de 2017

Compartilhe este amor, contagie o mundo com o seu bem querer, e bem viva, quem souber te valorizar que desfrute de você...

            


            A lição mais difícil de aprender é também, talvez a mais importante, amar a si em primeiro lugar, e só depois, amar quem souber nos valorizar!...

            As pessoas entram em nossa vida, algumas nos surpreendem outras nos decepcionam, mas o respeito que merecemos somos nós que nos damos, não os outros e ter consciência disso faz toda a diferença...elas são visitas em nossa vida, bem vindas, porém visitas, quando elas partem, e sim algumas partem, ficamos nós em nossa companhia, é o seu eu que nunca te abandona, então ame-se por tudo o que és e perdoe-se por tudo o que não conseguiste ser, afinal ninguém é perfeito, faça o seu melhor, seja feliz por você e compartilhe a sua alegria com os outros, ame-se... quando amamos a nós mesmos, quando aprendemos a perdoar nossas falhas a respeitar nossas qualidades, quando nos aceitamos completamente ai, e só ai, aprendemos realmente a amar.

        Compartilhe este amor, contagie o mundo com o seu bem querer, e bem viva, quem souber te valorizar que desfrute de você, quem não souber vai partir...pode até levar a alegria por um tempo, mas não permita que leve o respeito que você deve a si mesmo, porque a alegria é luz que se acende novamente, já o respeito e o amor próprio são o combustível que  ilumina nossa alma.


...não permita-se viver no escuro, ilumine-se!


sábado, 11 de fevereiro de 2017

No vai e vem das águas


No vai e vem das águas

O silencio que antecede o afogamento,
...a falta do ar, o desespero da naufraga ferida,
Novamente em processo de cura, em busca de salvação...
Tem no olhar o horizonte, e em Deus a sua ponte...
Peregrina regressa a praia de vestes surradas...
De retalhos remendados...de desculpas costuradas,
Na face, traz um sorriso meio sem jeito,
Nas mãos, apenas areia do tempo...
No olhar um facho de luz, um Q de esperança
Herança da menina que em poesia se fez manter,
Que escreve na areia, a cada vez que onda apaga...
Que sibila antigas canções com  harmonia e poesia,
No espelho das águas que passam sob a ponte da vida
É possível, ver ali a menina refletida...
Rabiscando na areia, fragmentos de poesia,
...montando quebra cabeça de emoção!
No vai e vem das águas que banham as areias
Há quem consiga escutar a canção sussurrada,
Ali, sob a bruma branca do tempo, sibila meio distraída
A poesia na areia rabiscada...e jaz mais uma vez apagada.